quinta-feira, 29 de junho de 2017

Melhores aplicativos de relacionamentos que existem atualmente



A verdade é que nos dias de hoje o número de aplicativos de relacionamento que existem é imenso, até porque este é um dos mercados que mais dá dinheiro às empresas.

Mas na realidade nem todos são bons, quer seja porque têm uma interface má, sejam demasiado caros, poucos utilizadores, etc… As razões poderão ser muitas.

E é por esse motivo que agora vamos fazer uma seleção para si dos melhores para que assim já possa dizer aquela cantada engraçada e tentar conquistar a outra pessoa.

Pronto para ver quais escolhemos? Vejamos então quais são…

Tinder



Este já é um dos clássicos e mesmo por isso está aqui.

Não é tanto pelas suas funcionalidades já que é bastante simples, mas sim pela sua imensa base de utilizadores, aumentando assim a chance de encontrar alguém do seu agrado.

O sistema baseia-se em você escolher se gosta ou não da pessoa que aparece no seu ecrã, a qual estará nas suas proximidades e caso apareça a ambos e os dois escolham o “Gosto”, o sistema manda uma notificação e permite que comecem a conversar num bate-papo.

Anomo



Já muito diferente da primeira escolha, você aqui fica “anónimo” não mostrando uma foto sua, mas sim um avatar.

Esta é uma tentativa que conectar as pessoas de forma mais intima e não apenas logo pela aparência estando tudo á distancia de um “Gosto ou não gosto”.

Assim já pode tentar encontrar quais são as pessoas mais compatíveis consigo e tentar obter algum tipo de relacionamento com a mesma.

Uma boa dica é ir colocando umas citações tipo frases para Instagram ou que costuma usar no WhatsApp nos seus flertes.

Scruff



O Scruff é uma das opções disponíveis para os homens homossexuais encontrarem alguém através de um destes aplicativos.

Ele possui uma série de funções muito boas, as quais servem não só para filtragem dos seus utilizadores como também para manter alguma discrição dentro da própria plataforma.

Dattch



Mesmo conceito que o Scruff mas para mulheres homossexuais. Aqui é exigido que o cadastro seja feito pelo seu Facebook para que se confirme o seu género.

É recomendado pelo aplicativo e encorajado que você partilhe fotos, deixando-as públicas e também as mais diversas coisas sobre si para que outros utilizadores a possam conhecer e depois decidir se conectar consigo.

O sistema de conversa funciona mais ou menos como no Tinder, em que cada uma terá que curtir a foto da outra pessoa para a conversação ficar disponível.

sábado, 8 de abril de 2017

Como baixar mais rápido e esperar menos

Tenho a certeza que se você abriu este artigo é porque a sua Internet está sempre travando e é superlenta não é mesmo?

Ninguém gosta de estar a fazer um download de um vídeo, música ou jogo e depois ter por baixo da barra de progresso algo a dizer:

“1% - Em progresso – Tempo estimado 4 dias…”

Talvez seja um exagero em cima, mas você entende muito bem a frustração que pode ser ter de sobreviver com uma Internet lenta, algo que até é bastante comum no Brasil.

E é por esse motivo que aqui vamos lhe mostrar como ter os seus downloads mais rápidos e assim diminuir o tempo de espera e frustração.
Pronto? Vamos lá então.

Teste a Velocidade da Sua Internet

A primeira coisa que você deve fazer é saber se a sua operadora não está a enganá-lo e a não lhe dar nem perto do serviço que você contratou.

A única coisa pior que ter uma Internet lenta é estar a paga-la ao preço de uma Internet excelente.
Você pode fazer um teste de velocidade de Internet e ver a velocidade de download atual.

Se tiver menos de 40% do contratado você pode mudar de operadora e cancelar o seu contrato com a operadora atual mesmo que tenha fidelização, regras da ANATEL.

Basta entrar em contato com a sua operadora e se eles não lhe solucionarem o problema, então é ligar para ANATEL e abrir uma reclamação.


Feche Todas as Aplicações e Programas com Acesso á Internet

Muitas vezes nós temos programas ou aplicações no nosso celular que estão constantemente a consumir Internet, mesmo em segundo plano.

Certifique-se que fecha todos os programas e aplicações que não necessita no momento e assim ao cortar esse consumo a sua Internet irá ficar um pouco menos lenta.

Coisas como sincronização com email, redes sociais, armazenamento Cloud, etc… são dos programas e aplicações mais frequentes com este tipo de consumo.

Prefira Torrents Sempre

A verdade é que baixar ficheiros pelo Torrent é quase sempre a melhor solução para obter o máximo de velocidade da sua Internet.

Provavelmente você já notou isso também.

Isto porque são utilizados outros protocolos de transferência de dados bem mais eficientes e mesmo o processo de transferência torna tudo mais rápida.

Uma dica que dou é que você vá atualizando a lista de rastreadores mais comuns, aumentando assim a possibilidade de ter alguém a “semear” os seus ficheiros e aumentar a velocidade do seu download.
Para consultar uma lista de rastreadores torrente atualizada, clique no link anterior.


Ligue-se por Cabo em Vez de WIFI

Se tiver a chance de estar conectado por cabo em vez de WIFI para acessar a sua Internet, então faça-o.

O sinal WIFI irá sempre perder velocidade, podendo até ser 50% mais lento que por cabo e isto mesmo estando a poucos metros do seu Router/modem.

Tenha o Modem Num Lugar Central e Desimpedido

Não esconda o seu modem num canto de uma sala, longe de todas as portas, janelas, quase enfiado num buraco.

Não só ele irá ter mais dificuldade a transmitir o seu WIFI visto estar bastante impedido como no caso do 3G ou 4G, irá também dificultar a receção do próprio sinal.

Posição central, perto de uma janela e o mais alto possível. Desta forma as chances de ter um sinal melhor aumentam bastante.



E então, já sabia de todas estas dicas de como deixar os seus downloads e Internet mais rápidos?


Deixe a resposta a esta pergunta nos comentários junto com alguma dúvida ou sugestão que tenha surgido após a leitura do artigo.

segunda-feira, 13 de março de 2017

A falta de interação real nas redes sociais

Redes sociais
Acabei de ler um artigo/entrevista que o Exame fez com Orkut Büyükkökten, o criador da rede social Orkut. Lá ele fala que hoje em dia usar o Facebook e outras redes sociais se tornou uma experiência solitária.

Quando li essa declaração e parei para pensar percebi que ele estava certo. Isso é verdade. No Facebook e no Instagram, tudo é centrado em postagens do feed. O máximo que as pessoas fazem é curtir e comentar, mas não existe uma interação real. As pessoas estão mais preocupadas em postar fotos, se mostrar felizes, falar sobre suas vidas e ver memes para rir. É algo individualizado, que não estimula a interação. As pessoas olham o seu feed de notícias para ver como está a vida dos seus amigos e para sentir inveja ao verem como eles estão “felizes” numa festa ou numa viagem e você não. Para mostrar o seu novo emprego, as suas amizades, suas declarações de amor aos seus namorados e cônjuges em seus relacionamentos perfeitos. As redes sociais servem como um culto à imagem, culto ao corpo e à beleza, adoração à si mesmo. As pessoas tiram selfies a cada instante, em todo o momento e em todos os lugares, para se sentirem bonitas, poderosas, e para se verem e serem vistas.

Mas na época do Orkut era diferente. Existiam os recados, que todo mundo enviava para os seus amigos, ao invés de postagens no feed de notícias. Enquanto no Facebook você escreve no seu feed e ninguém se importa com nada, no Orkut os recados eram mais pessoais (mesmo que você enviasse uma imagem com glitter – a moda da época – para todos os seus amigos). Era mais interativo, você realmente sentia que estava se comunicando com outras pessoas. Depois o Orkut tentou copiar o Facebook nesse conceito do feed, mas não funcionou muito bem. Eu mesmo, antes de ter ido para o Facebook não tinha entendido a proposta do “novo Orkut”.

O Twitter é uma mistura. Se a pessoa é famosa, o Twitter é só mais uma vitrine para ela, ou só um redirecionador para o Facebook e Instagram, onde é muito mais legal se mostrar. Mas se você é uma pessoa comum e gosta de falar sobre um assunto específico, poderá achar pessoas com gostos parecidos com os seus e interagir com elas. Durante anos eu só postava coisas de tecnologia no Twitter e não conseguia uma interação legal com ninguém. Tinha poucos seguidores, o máximo que consegui foi 17, e fiquei estagnado assim durante muito tempo. Quando voltei a ler sobre televisão e comecei a comentar sobre isso lá, e a seguir pessoas que também comentavam sobre isso é que ficou legal. Demorou, mas aos poucos meu número de seguidores foi aumentando, e hoje eu posso tweetar algo e receber uma curtida ou ver uma pessoa me respondendo (coisa que raramente acontecia antes). Muita gente usa o Twitter para comentar televisão, mas esse não é o único tema que você pode comentar lá. Já vi usuários que comentam futebol, outros política, outros música. É só você achar um tema que goste e seguir pessoas que também goste de falar sobre aquilo e interagir com elas (a inciativa tem que partir de você para que elas saibam que você existe). Agora se você usa o Twitter para reclamar da vida, não terá atenção nenhuma. Acho que no começo o Twitter ganhou muitos usuários desse tipo. Lembro que quando eu estava no Ensino Médio muita gente tinha Twitter, e eles usavam para fazer posts de besteiras, para falar coisas da vida ou do dia a dia, que é o tipo de coisa que se faz hoje em dia no Facebook. Ainda antes de acabar o Ensino Médio, muitos deles já nem o usavam mais (até porque foi a época que o Facebook inundou o Brasil e estava começando a se tornar a principal rede social).

No Google+ ainda existe alguma interação, mas somente dentro de comunidades (e olhe lá, porque tem muitas comunidades, que apesar de grandes, são muito paradas. Só tem posts, mas não comentários, e muitas delas com muito spam). As comunidades surgiram no Google+ para tentar chamar a atenção do público órfão do Orkut que gostava das comunidades de lá (apesar que as comunidades das duas são bem diferentes. No Google+ está mais para os grupos do Facebook). Mas, mesmo assim, a interação nas postagens em si, aquelas feitas por pessoas para seus seguidores, não acontecem mais. Quando surgiu o Google+ eu tinha gostado muito, e todos os dias abria e via o que tinha stream. As pessoas mais populares em tecnologia estavam presentes, sempre postavam e sempre tinham vários e vários comentários em suas postagens. Hoje muitas delas deixaram de usar, outras aparecem só de vez em quando, e mesmo assim as suas postagens já não atingem mais aquela quantidade de comentários que tinha antigamente. Antes era bom porque tinha essa interação, mas hoje não tem mais. Eu mesmo não abro mais o Google+ para ver as postagens do stream. Posto alguns links lá, até com certa frequência, mas porque acho que lá é o local mais adequado para compartilhar um artigo sobre algo de tecnologia e fazer comentários sobre isso. No Facebook ninguém liga para isso (não tenho o perfil de postagens comuns do Facebook, mas tento não parecer tão chato assim), e no Twitter nem sempre dá para fazer um comentário maior sobre esse tema. Mas gostar mesmo eu não gosto mais. Google+ já foi muito bom um dia, já foi a minha rede social favorita, mas hoje não mais (hoje gosto bem mais do Twitter por causa da interação que tenho lá). Antigamente eu queria ser popular no Google+ e ter muitos seguires. Hoje consegui, não com o meu perfil (no Google+ de hoje ninguém mais liga para perfil, e sim só para Comunidades e Coleções) e sim com uma coleção de tecnologia. Consegui milhares de seguires, que hoje estão em quase 14.000, e recebo muitos “+1”, mas poucos comentários, pouca interação de verdade. Eu sempre posto minha opinião junto ao link que estou compartilhando, mas ninguém vem me falar se concorda ou discorda. E detalhe é que esses comentários que recebo, na maioria das vezes são spam, pessoas comentando coisas que tem nada a ver com a postagem, ou dizendo “oi”, ou só um monte de letras juntas como “hafuhdu”. Isso é tão desanimador que vou excluir essa coleção e voltar a publicar apenas no meu perfil, mesmo com menos seguidores.

Nesse artigo do Exame Orkut ainda fala que foi pensando nessa falta de interação real das redes sociais, que ele criou a sua nova rede social (que quase ninguém conhece), o Hello (onde agora também existem as comunidades). Enquanto lia o artigo, me lembrava do Orkut e me bateu aquele saudosismo. Aquela foi uma época boa. Eu gostava tanto do Orkut como nunca gostei do Facebook (apesar de hoje eu estar bem mais aberto a usá-lo do que há alguns anos atrás). Então fui acessar o orkut.com para ver no que dava. Pensei que talvez ele redirecionasse para o Google, mas não. Lá tem uma mensagem do Orkut, onde ele fala da antiga rede social, um pouco da sua vida, e da sua visão de como uma rede social deve ser. No final ele apresenta o Hello e convida as pessoas a usarem. O favicon que aparece é o do Google, mostrando que o domínio ainda pertence ao Google. Me surpreende que lhe deixaram usar para ter esse texto publicado e para fazer propaganda da sua nova rede social.

O Hello já está aí faz um tempo mas ainda não conseguiu se tornar popular. Vou até tirar um tempo para testá-lo esses dias (não o fiz ainda porque assim que lançou ouvi muitas críticas à instabilidade do aplicativo). Se ele está conseguindo ou não fazer os seus usuários interagirem de verdade entre si eu não sei, mas mesmo se estiver conseguindo, esse não deve ser um tipo de rede social que deverá fazer muito sucesso, porque parece que as pessoas de hoje em dia não gostam de compartilhar mais nada. É cada um por si. Também têm preguiça de se informar e pensar, e simplesmente saem publicando críticas a tudo e a todos, sem nem ter tanta informação (geralmente só têm uma versão dela ou só uma parte dela) – e ainda se acham críticas e inteligentes. Hoje em dia as pessoas só querem se mostrar e se sentir bem consigo mesmas, com suas vaidades e seus egos. É tudo o que elas querem, é tudo o que elas precisam. E isso é tudo o que as redes sociais proporcionam.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Dica de como validar CSS3 na W3C


Você que está fazendo um site e que se preocupa com sua semântica, já deve ter ouvido falar sobre como validar seus códigos na maneira correta. O fato é que alguns webmasters dão pouco valor aos padrões estabelecidos pela W3C, deixando de lado a parte mais importante, a organização da estrutura.

Neste tutorial do Fique Sabendo!, explicarei de uma forma simples, como validar um documento CSS3 na W3C!

1- Clique neste link: https://jigsaw.w3.org/css-validator/
2- Na página, serão apresentadas 3 opções de envio de arquivos. A 1ª pede o link do seu site, a 2ª um arquivo salvo em seu PC e a 3ª que você coloque o código direto. Usaremos a 2ª opção. Escolha o arquivo e clique em Verificar:


3 - Este é o resultado de nosso teste. Perceba que não há nenhum erro no CSS3 que enviamos:


Neste post, você descobriu como ter um código CSS3 validado pela W3C. Lembrando que você ainda pode inserir esses dois badges de seu teste em seu site, demonstrando seu orgulho por ter um código organizado e bonito.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Instagram investindo pesado em novas funcionalidades

Instagram - celular

Essa semana vários sites de tecnologia publicaram notícias parecidas com essas:

Alguns dizem que foram 7 mudanças, outros 6, outros 5. O que importa é que o Instagram mudou muito esse ano e veio investindo pesado em novas funcionalidades para se atualizar e não perder usuários para o Snapchat, e nem para o Periscope (já que agora ele permite transmissão de vídeos ao vivo). 

Falando em Snapchat, a briga está declarada do lado do Instagram. Instagram é uma rede social muito popular, com grande potencial, mas que ficou muito tempo parada e sem novidades (será que foi por proibição do Facebook, ou porque a sua equipe não percebeu que podia fazer mais do que apenas postar fotos com filtros?). Agora estão compensando esse tempo perdido. Pelo menos não foi tarde demais. Se esperassem um pouco mais o final poderia ser trágico.

Outra coisa a ser considerada, é como as coisas mudam tão depressa. Quando o Instagram surgiu foi a revolução de uma rede social de fotos. Dava para postar fotos no Facebook , mas o Instagram era só para fotos, e mais nada. Era uma rede social simplificada, mais leve e com um design bonito. E ainda tinham os filtros, que foi o que mais fez sucesso, e foi o maior chamariz da rede. O Facebook não tinha isso. O Facebook, muito esperto, tratou logo de comprar o Instagram quando viu o tamanho do seu potencial, e quando percebeu que ele poderia ser um duro rival no futuro. Depois da compra lhe deixou de molho, e foi uma época em que o Instagram teve poucas novidades. Ainda assim o número de usuários continuou crescendo naturalmente. O que mais o Facebook e o Instagram poderiam querer? Eles eram os líderes no setor, e estavam bem acomodados.

Snapchat vs Instagram

Fonte da imagem: Fstoppers

E foi assim até surgir o Snapchat, que foi mais uma revolução. E o seu número de usuários começou a crescer desesperadamente, principalmente entre os jovens. O Facebook tentou comprar o Snapchat, mas foi sem sucesso. Depois houveram várias tentativas de copiar as funções do Snap, muitas delas sem sucesso também. Até que se lembraram que eles têm um aplicativo de fotos, o Instagram, que apesar do sucesso do Snapchat, ainda estava com uma boa quantidade de usuários, e ainda vinha crescendo. As pessoas não tinham esquecido do Instagram ainda. E então perceberam que poderiam fazer alguma coisa com ele. Demorou, mas como eu disse, pelo menos foi a tempo. Um pouco de tempo mais ignorando o Instagram, e quem sabe se ele ainda poderia existir. O Facebook é claro que não iria gostar disso, porque querendo ou não, a compra do Instagram foi um investimento.

Agora eu deixo uma enquete com vocês: qual você prefere, Instagram ou Snapchat? Também deixe a sua opinião nos comentários!

Qual você prefere: Instagram ou Snapchat?
Instagram
Snapchat

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O que está acontecendo com a Apple?

A Apple de ontem e de hoje, e as inovações da Microsoft

apple

Essa é uma foto muito bonita. Nos passa a impressão de como a Apple é grandiosa.

A Apple de outrora era inovadora e estava sempre à frente do seu tempo, sempre com inovações e melhorias contínuas de seus produtos, que lhe fizeram ser a marca mais valiosa do mundo, mas não só isso: eles conseguiram fazer algo raro, que é fazer sua marca valer mais que seus produtos. Isso você prova na prática: a simples presença da maçã num produto lhe deixa com cara de premium, e por isso mais caro que a média de preços dos produtos das outras marcas.

A Apple terminou se apoiando muito nessa sua vantagem, pois eles podiam fazer qualquer produto, que os compradores assíduos estariam fazendo fila na loja no dia do lançamento (como sempre acontece com o lançamento dos iPhones). Eles podem não dominar o mundo com seus produtos, mas os poucos que compram garante uma ótima renda para a empresa. E por causa disso as inovações deixaram de aparecer. Muitos falam que a Apple não é a mesma desde que Steve Jobs se foi. Sim, Steve Jobs tinha uma mente brilhante, ele era inovador e criava coisas incríveis. Mas outras grandes empresas no setor de tecnologia se mantêm vivas até hoje tendo executivos que podem não ser um Steve Jobs da vida, mas que entendem do assunto e tomam boas decisões. Um exemplo disso é Satya Nadella, atual presidente da Microsoft, que vem feito grandes coisas. Outro exemplo é Mark Zuckerberg, do Facebook. O que quero dizer é que bons executivos, com boas ideias podem fazer grandes coisas numa empresa. Talvez seja isso o que falte para a Apple: alguém com boas ideias, ou ao menos, com disposição de fazer coisas novas, o que parece que Tim Cook não tem muito. A Apple está muito na sua zona de conforto. Todo ano a expectativa para o lançamento dos novos iPhones é grande, não só por parte dos fãs, mas também da mídia especializada, mas as pessoas são sempre decepcionadas pela falta de novidade. O que a Apple vem feito nos últimos anos é só dar uma polida na versão passada, atualizando com funções que as outras fabricantes já têm, para ver se conseguem pelo menos se manterem atuais. É só uma rápida atualizada, mas nada de novo realmente. Isso vem prejudicado a Apple, que pela primeira vez em 15 anos viu sua receita cair.

iPhone 7

iPhones 7

As pessoas estão vendo que podem ter celulares melhores de outras marcas pelo mesmo preço de um iPhone. Para quem não liga para tecnologia e quer apenas ostentar a marca, isso não faz diferença, mas para quem liga para o hardware, a Apple está ficando para trás, e isso desanima muitos usuários. Vi algumas pessoas dizerem que só usam o iPhone por causa do iOS, que acham melhor que o Android, mas que pelo hardware o preço não vale. Para quem se adapta bem ao Android, troca de marca. Apesar dessas pessoas que compram o iPhone só por causa do iOS, elas são a minoria. A Apple não pode sustentar o iPhone só com o seu sistema operacional, mas é isso o que ela vem fazendo.

Enquanto isso a Microsoft vem surpreendendo a todos com seus lançamentos, que são inovadores. A Microsoft de hoje já não é mais aquela empresa preocupada só com a usabilidade, e agora está tomando o lugar que em outra época foi da Apple no quesito inovação. Eles podem ter perdido tempo no setor dos smartphones, mas vêm lutando para recuperar esse tempo com novas tecnologias, como na área de óculos de realidade aumentada e realidade virtual. No hardware eles vêm dando um show. Em 2012, ainda na gestão de Steve Ballmer, foi lançado o Surface, um tablet com Windows 8 que vira notebook apenas conectando um teclado, que também servia de capa de proteção para a tela quando o tablet estivesse desligado. Ele tinha a vantagem de você poder usá-lo uma hora como tablet, e outra hora como notebook, e com uma facilidade maior de manuseá-lo e transportá-lo do que um notebook. Mas para quem achou pouco, mais tarde eles lançaram o Surface Pro, com a promessa de que poderia substituir um computador/notebook. E para quem mesmo assim acha o Surface Pro fraco para suas necessidades, em 2015 a Microsoft anunciou o Surface Book, um notebook com configurações melhores que o Macbook Pro da época, e que ainda poderia ter a tela desconectada para ser usado como tablet.

Enquanto isso a Apple vem medido esforços para tentar deixar os seus Macbooks mais leves e finos, o que é bom. Mas a forma que estão fazendo isso não é boa, que é tirando as portas existentes. Os novos Macbooks Pro, anunciado recentemente, trazem apenas entradas Thunderbolt. A situação é tão absurda que nem os próprios iPhones conseguem se conectar com o notebook sem a ajuda de um adaptador. Depois descobriram que a Apple vende 17 tipos diferentes de adaptadores. Imagine se você precisar deles? Nem precisaria ser tantos, um só já é suficiente para desagradar alguém.

O ponto positivo dos novos Macbooks Pro é o Touch ID, que não parece ter agradado a todos. Para mim essa foi uma inovação, porque ninguém nunca fez isso antes. E se ele for bem integrado aos principais programas, poderá facilitar muito a vida do usuário.

Macbook Pro 2016 - Touch ID

Na apresentação Tim Cook disse que o objetivo deles era remover teclas que ninguém usava e que representavam uma tecnologia passada, para colocar uma nova tecnologia no lugar. Eles acertaram, e essa foi uma ótima jogada porque criaram uma extensão touch da tela (como mostra no vídeo promocional, que você pode ver abaixo), sem precisar ter colocado a tela inteira em touch. Mas ao mesmo tempo que isso é uma inovação, também representa o conservadorismo da Apple, que pelo visto não quer se render a uma tela de toque, assim como outras fabricantes já fazem. O problema, é que para fazer isso eles teriam que fazer uma reformulação no macOS para se adequar a essa nova tecnologia. Mas se a Microsoft conseguiu, a Apple também consegue, é só uma questão de querer fazer.

E no evento em que a Microsoft anunciou o novo Surface Book, também foi anunciado o incrível Surface Studio. Se antes o Mac era o modelo top para quem trabalhava com imagem e vídeo, agora a Microsoft tem uma alternativa que pode tomar o posto da Apple. A Microsoft diz que ele tem a tela LCD mais fina já feita, e essa tela é reclinável, para que a pessoa fique mais confortável ao desenhar ou editar as suas fotos. E ainda tem o Surface Dial, que chamou a atenção de muita gente. Nem vou falar muito, porque esse vídeo já mostra bem tudo o que ele é capaz:

A Microsoft está perfeita? Não, eles ainda precisam melhorar os seus serviços online (que são muito instáveis) e os aplicativos móveis dos seus produtos, que são pesados, lentos e difíceis de mexer. Nisso o Google ainda domina, mas isso é tema para outro post. O negócio é: a Microsoft vem se esforçando e lançando bons produtos, enquanto a Apple decidiu viver da sua fama e do poder da sua marca, e agora está começando a ter as primeiras consequências. A Apple que se cuide, porque a concorrência não está de brincadeira. Agora ela não está mais sozinha com suas ideias para ficar na preferência de um público específico. É necessário que ela saia da zona de conforto e comece a investir em coisas novas e que atendam às necessidades das pessoas.

E você, como vê a atual situação da Apple? Acha que a Microsoft pode tomar o posto que foi da Apple um dia? Deixe sua opinião nos comentários!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Embedar comentários do Facebook no Blogger


Em relação ao Disqus, o Facebook também possui uma opção de inserir comentários do site em outras páginas. Para promover um conteúdo mais eficiente, a gigante plataforma de Mark Zuckerberg se destaca com seus recursos bem inteligentes. Neste post, você aprenderá como colocar um comentário público do Facebook via embed no Blogger.

Selecione qualquer postagem pública de seu perfil, e depois copie o link do comentário que desejar:


Acesse: https://developers.facebook.com/docs/plugins/embedded-comments
No campo "URL de Conteúdo", cole o link do comentário. Escolha uma largura, em seguida clique em "Obter código":


Caso você já tenha habilitado o script do seu aplicativo no código HTML do seu blog, basta que copie o código apresentado na "Etapa 3":



Este é o resultado do comentário que foi embedado:



Com este belo recurso, o Facebook também começa a competir com outras plataformas. E você, o que achou desta opção? Deixe um comentário!

Disqus lança opção de embedar comentários


O Disqus, maior plataforma de conversação do planeta, lançou no dia 7 de Setembro de 2016 a incrível opção de embedar os comentários da plataforma para outros sites. Tática bem vista pelo público blogueiro, já que alguns blogs utilizam o Disqus para engajar audiência. Com este novo recurso, o sistema se consolida entre outros sites de discussão, e bate de frente com o Plugin de comentários do Facebook (que também disponibiliza a opção de embedar seus comentários).

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Como impedir que o WhatsApp compartilhe suas informações com o Facebook

Depois que o WhatsApp anunciou uma mudança na sua política de privacidade, que agora permite o compartilhamento de dados com o Facebook para que apareçam anúncios “melhores” para você, muita gente ficou preocupada com a questão de privacidade. A boa notícia é que existe uma configuração em que é possível desabilitar essa permissão de compartilhamento de informações entre o WhatsApp e Facebook para fins de anúncios. Você só tem que seguir os passos abaixo:

1º - Abra o WhatsApp. Aperte no botão dos três pontinhos, que fica no canto superior direito, e depois vá em “Configurações”.

Selecione Configurações

2º - Selecione “Conta”.

Selecione Conta

3º - Role a página para baixo e desmarque a opção “Compart. dados da conta”.

Desmarque

4º - Depois aparecerá uma mensagem dizendo que essa é uma configuração que você não poderá mudar no futuro. Aceite.

Depois disso os seus dados do WhatsApp não serão compartilhadas com o Facebook para fins de anúncios.

Essa foi uma mudança polêmica. O WhatsApp diz que não tem acesso às conversas dos usuários, então não é as suas conversas e seu número que serão compartilhados, e sim dados como, com quem você está conversando, quanto tempo conversa com a pessoa, quanto tempo passa no aplicativo, a frequência de uso, o local onde você está, etc. Ninguém está escondido, essa é a realidade. Mas não precisa ser paranoico: se você acha mesmo que o Facebook leria suas mensagens, é só pensar que isso é humanamente impossível.

Tem também um outro detalhe: você desabilitar essa opção no WhatsApp só vai impedir que os dados sejam compartilhados com o Facebook para fins de sugestão de amizades e anúncios, mas os dados em si continuarão sendo compartilhados para outros fins, como para melhorias, estatísticas, etc.

Recomendo que você leia essas duas postagens do Tecnoblog para entender melhor como funciona esse compartilhamento de dados, porque eles explicam bem:

E você, o que acha dessa mudança do WhatsApp? Deixe sua opinião nos comentários!

 

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