sábado, 31 de março de 2018

Como bloquear alguém no Twitter

Ao bloquear alguém no Twitter você deixará de receber os tweets daquela pessoa e não receberá mais as menções que ela fizer a você. Da mesma forma, ela não poderá mais ver os seus tweets e nem conversar com você pelas Mensagens (DM). Se vocês seguem um ao outro, esse vínculo também será desfeito. Caso você desbloqueie essa pessoa terá que segui-la de novo (e ela seguir você de novo também, caso queira lhe acompanhar novamente). Para bloquear alguém no Twitter siga esses passos:

1º – Entre no perfil da pessoa que você quer bloquear e ao lado do botão “Seguindo” (caso você não siga a pessoa o botão será o “Seguir”) clique nos três pontinhos.

1 - Clique nos 3 pontinhos

2º – Será aberta as opções. Clique em “Bloquear”.

2 - Clique em Bloquear

3º – Aparecerá uma mensagem de confirmação. Clique em “Bloquear”.

3 - Clique em Bloquear

Pronto, depois disso a pessoa estará bloqueada. Para desbloquear ela basta seguir esses mesmos passos, mas no passo 2 aparecerá a opção “Desbloquear” ao invés de “Bloquear”.

sexta-feira, 30 de março de 2018

O Google Home tem utilidade?

Google Home

Atenção: este é um artigo de opinião pessoal, onde falo as minhas impressões sobre o Google Home e outras assistentes virtuais baseado apenas em reviews, vídeos e comentários de pessoas que têm um desses dispositivos em casa. Nunca usei ou testei nenhum deles, por isso as minhas opiniões nesse texto são impressões pessoais de quem nunca usou, e não opiniões com o objetivo de cravar algo como verdadeiro ou falso, bom ou ruim. Inclusive posso mudar de opinião no futuro quanto a esse tema.

Esses dias vi uns reviews que saíram do HomePod. Então fiquei curioso para ver os reviews do Google Home, para ter uma comparação (apesar do HomePod ser considerado pela própria Apple como uma caixa de som, e não como um assistente virtual para a casa). Enquanto pesquisava, vi que o Google Home pode fazer várias coisas legais, como acender e apagar as luzes, mudar a cor delas, tocar uma música que você pediu, ligar a sua TV num vídeo do YouTube ou numa série ou filme da Netflix. Dá também para pedir para ela ler as últimas notícias, ver o clima, o trânsito, a sua agenda, colocar um alarme para você se acordar. Dizem que dá até para programar para ela lhe levantar mais cedo caso perceba que está tendo um engarrafamento no seu caminho para o trabalho. Tudo isso através daquela caixinha, e tudo comandado por voz.

São coisinhas bem legais. Mas depois fiquei pensando, nada disso é realmente necessário para alguém. É só legal você dizer: “Ok Google, turn on my lights” (ela só funciona em inglês e outras poucas línguas por enquanto), mas será que seria trabalhoso você ir lá no interruptor e ligar a luz você mesmo? Eu tenho uma desconfiança de que talvez isso não funcione direito e você fique que nem um bobo falando sozinho pela casa pedindo para o Google Home fazer algo. Digo isso porque fazer o Google Now entender alguma coisa no celular não é fácil. Eu ainda não tenho acesso ao Google Assistent pelo celular, porque o meu Android é o 5.0, mas acredito que não seja muito diferente. Uma vez tentei adicionar um evento no calendário pelo Google Now através de voz e vi que alguns campos para preencher não estavam disponíveis. Então deixei para lá e fui eu mesmo colocar o evento no calendário manualmente. Outra coisa que acontece muito: quando tento fazer uma pesquisa por voz no Google Now nem sempre ele digita o que eu disse corretamente, então eu tenho que ficar repetindo. Ficar repetindo algo é um incômodo, não tenho paciência, então desisto e vou lá no Chrome e digito eu mesmo o que eu quero pesquisar. Será que com o Google Home isso também não acontece? Eu fico imaginando situações em que o Google não entenda o que eu quero dizer e no fim de tudo eu mesmo vou ter que ir até o interruptor e ligar ou desligar a luz, e o Home terminar virando um mero enfeite.

Outro ponto é que nos Estados Unidos e nos outros países onde o Google Home é vendido oficialmente talvez faça mais sentido ter um do que aqui no Brasil. Lá nos Estados Unidos as assistentes virtuais para casa é um produto que está caindo no gosto das famílias. O Google diz que vende mais de um Google Home por segundo desde que lançou o Google Home Mini, uma versão menor e mais barata do Google Home, mas que faz as mesmas coisas da versão mais cara, e uma outra estatística diz que cerca de 70% das assistentes virtuais vendidas nos Estados Unidos são as da Amazon Echo, que vem com a Alexa. Dizem que lá nos Estados Unidos a Alexa é muito mais completa e compatível com outros equipamentos do que o Google Home, e que ela pode até te ajudar na hora de fazer uma compra na Amazon. Aqui no Brasil isso não faz diferença, primeiro porque os produtos compatíveis com o Echo e com o Google Home só vendem em outros países e você teria que importar, e segundo porque no caso da Amazon do Brasil, poucos produtos são vendidos aqui. Parece que no Brasil vale mais a pena ter um Google Home do que uma Alexa, porque o Google Assistent pelo menos entende onde você está, para dar o clima da sua cidade por exemplo, ao invés de dar a de uma cidade qualquer dos Estados Unidos como a Alexa faz. Nos Estados Unidos ainda dá para controlar a temperatura do termostato através dessas assistentes. No Brasil como não usamos aquecedores não precisamos disso. Como dá para ver, as opções de uso são maiores lá fora.

Outra coisa que me incomodou é que você pode pedir para o Google Home fazer uma pesquisa de vídeo no YouTube ou abrir um filme da Netflix na sua televisão, mas para isso funcionar você precisará ter um Chromecast na sua TV. Até aí tudo bem, mas então você lembra que o Chromecast só funciona através do seu celular. Isso quer dizer que ao pedir para o Google Home exibir um vídeo do YouTube ou filme da Netflix na sua televisão, o que ela estará fazendo na verdade é enviando o comando para o seu celular, para que ele envie o comando para o Chromecast que está conectado na sua televisão. Eu não estou certo se é realmente assim que funciona. Tentei pesquisar se o Google Home precisa do celular conectado na mesma rede para funcionar, mas não encontrei nada sobre isso. Mas se for assim, não gostei porque se o seu celular descarregar, o que acontece? Você perde funcionalidades? Acho um erro você criar um sistema inteligente para a sua casa que centralize tudo no celular. Celulares descarregam. É o mesmo mal do WhatsApp Web.

Nesse caso não seria melhor você comprar uma box com Android TV ou uma Apple TV e apertar alguns botões no controle para achar o vídeo ou filme que você quer? Pelo menos esses aparelhos não são dependentes de nenhum outro e estarão lá quando você precisar.

No fim o Google Home e Amazon Echo são dispositivos legais que você pode ter em casa se for uma pessoa que gosta de tecnologia e tem algum dinheiro sobrando. As assistentes em si nem são tão caras, mas os produtos que você precisará ter para usar com elas são. As luzes inteligentes da Phillips por exemplo tem preço de R$ 1.300,00, com 3 lâmpadas na caixa. É um brinquedinho legal, que você vai brincar no começo e depois pode achar chato e deixar para lá, assim como você faz com a assistente pessoal do seu celular na primeira vez que usa (ou não).

Acessei a lista de dispositivos compatíveis com o Google Home e existem vários. Dei uma olhada em dois: em uma campainha inteligente com câmera, que se conecta ao celular do dono sempre que alguém toca nela, dando para ver quem é de onde o dono da casa estiver, e em uma trava inteligente para a porta, que destranca sozinha quando você está perto de casa e tranca sozinha quando você sai, sem precisar usar a chave em momento nenhum, apesar de ser possível usá-la também. Perceba que as duas precisam do celular para funcionar. A campainha manda uma notificação para o seu celular quando alguém chega e você pode ver quem está do lado de fora e pode até falar com ela (a pessoa irá escutar apenas a sua voz). A trava na porta irá destrancar quando você estiver perto de casa através do sinal do seu celular. Descarregou o celular? Acabou a casa inteligente. Esse é o erro de centralizar tudo no celular. Mas os produtos são legais, eu gostei deles, são úteis. Nem sabia que poderiam existir produtos assim. Mas e onde entra o Google Home nisso? Então, primeiro, para cada um desses produtos você tem que instalar um aplicativo no seu celular, então não necessariamente você precisa de um Google Home para fazê-los funcionar na sua casa. O Google Home vai servir para você perguntar: “Ok Google, a minha porta está trancada?” (em inglês, claro). Então o Google Home vai acessar o seu aplicativo para descobrir isso e dizer a você. Você mesmo poderia ir no aplicativo do seu celular e checar. Você também pode pedir para o Google Home trancar a porta (mas não destrancar), da mesma forma como você poderia fazer no seu celular. No caso da campainha você pode pedir para o Google Home mandar a campainha tirar uma foto ou gravar um vídeo da pessoa que está do lado de fora, mas isso também dá para fazer pelo aplicativo da campainha que você baixou no seu celular. Achei essas funções bem limitadas. Você pode dizer: “Ah, mas eu posso estar cheio de coisas na mão, ou simplesmente com preguiça de pegar o celular, então é mais fácil falar”. Aonde chegaremos se continuarmos assim? Em cima de cadeiras que andam sozinhas e nos levam para onde a gente quer para evitar o nosso esforço de andar, como em Wall-E?

Sabe, eu adoraria ter um assistente pessoal que fizesse tudo para mim. Mas eu digo tudo mesmo, como o Jarvis do Homem de Ferro. Aquilo sim é legal. Ele é inteligente, interage com a naturalidade de uma pessoa de verdade e tem personalidade. Acho que um dia a gente chega lá, e essas assistentes virtuais da atualidade são um primeiro passo para um dia chegarmos naquele nível de inteligência. Mas você pedir coisas bestas a uma assistente, coisas que você mesmo poderia fazer e não faz simplesmente porque está com preguiça ou com a mão cheia de coisas? Isso já é demais. Coloque suas coisas no chão e faça o que tem que fazer.

Quando as assistentes virtuais não existiam ninguém sentia falta de um aparelho que fosse capaz de ver se a sua porta estava trancada ou que acendesse a sua luz. Todo mundo se virava e vivia normal, porque essas não são coisas difíceis da vida. É fácil colocar suas coisas no chão e destrancar a porta para entrar na sua casa, é fácil apertar no interruptor e acender a luz, é fácil ver se sua porta está trancada. Isso não deixava a vida de ninguém mais complicada, mas agora estão criando necessidades que não existiam antes. É aquela história que Steve Jobs dizia: “As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas”. Mas acho que falta definir bem o que é necessidade né? Porque hoje em dia tudo é uma necessidade de consumo. Você não precisa daquilo realmente, você quer apenas consumir e mostrar o quanto você é legal por ter aquilo.

Não vou ser exagerado e dizer que as assistentes virtuais não servem para nada. Ela tem lá as suas utilidades. Ainda são limitadas, mas são legais. Acho até que elas são mais úteis que um smartwatch, por exemplo, que não passa de um celularzinho de pulso que serve para mostrar as notificações do seu celular que está bem ali no seu bolso, porque ele só funciona perto de um celular, não tem autonomia.

Tô falando dos pontos negativos das assistentes virtuais nesse texto, mas também não é como se eu nunca na vida vou comprar uma. Como eu disse mais acima, isso é como um brinquedo para quem tem dinheiro sobrando para gastar. E se você é uma pessoa que gosta de tecnologia, tem dinheiro sobrando e quer um brinquedo tecnológico, o que lhe impede de comprar? Qual é o problema? Se você tem dinheiro sobrando pode fazer o que quiser. Só não gosto das justificativas que as pessoas criam para dizer que precisam de uma assistente virtual em casa, porque, sério, ninguém precisa disso. Pelo menos não nos dias de hoje, pelo menos não com a limitação dessas assistentes de hoje. No futuro, com o avanço das coisas, aí eu já não sei, talvez se torne mais comum, talvez se torne mais verdadeiramente útil.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Como bloquear alguém no WhatsApp

A função de bloquear no WhatsApp é útil quando você não quer mais receber mensagens de determinada pessoa. Ao bloquear alguém, a pessoa não será notificada, e poderá continuar enviando mensagens para você, mas elas não serão entregues. Ela também não poderá fazer chamadas para você, não poderá visualizar o seu visto por último e nem a atualização do status e da sua foto. Apesar da pessoa não ser notificada, ela poderá perceber, através desses efeitos, que ela foi bloqueada por você. Para bloquear alguém no WhatsApp siga os passos:

1º – Abra o WhatsApp da pessoa que você quer bloquear e aperte do botão dos três pontos.

1

2º – Selecione “Mais”.

2

3º – Aperte em “Bloquear”.

3

4º – Vai aparecer uma mensagem de confirmação. Aperte em “Bloquear”.

4

5º – Depois disso o seu contato já estará bloqueado. Você poderá ver que nos seus contatos do WhatsApp (que você pode acessar apertando naquela bolinha verde que fica no canto inferior direito da tela principal do WhatsApp) a pessoa bloqueada aparecerá com o nome mais claro que os demais e com uma mensagem embaixo dizendo como desbloquear. Caso deseje desbloquear a pessoa, basta selecionar o contato, apertando e segurando em cima dele, e depois aparecerá a opção “Desbloquear”.

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Caso você queria se livrar de vez da pessoa a ponto de nem querer ver o seu nome nos contatos do WhatsApp, basta excluir o contato dela do seu celular (na sua agenda) e a sua conversa com ela no WhatsApp.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Como recuperar arquivos excluídos de pendrive

Se você excluiu um arquivo importante do seu pendrive sem querer e quer recuperá-lo, ainda existe uma esperança. Não é garantido, mas pode funcionar. Esse tutorial também serve para recuperar arquivos excluídos de HD externo e cartão de memória, e para arquivos excluídos permanentemente do computador. É só seguir os passos:

1º - Baixe o Wondershare Data Recovery clicando aqui e depois instale-o no seu computador.

2º - Ele é um programa pago, então ele pedirá um registro. Clique aqui para baixar o registro. Depois disso o programa estará ativado e pronto para usar.

3º - Na tela que aparecer, clique em "Seguinte".


4º - Depois escolha qual tipo de arquivo você quer recuperar. Caso queira recuperar todos os arquivos perdidos e eles sejam de vários tipos e formatos, escolha "Todos os arquivos". Depois clique em "Seguinte".


5º - Agora você irá selecionar o lugar onde perdeu os arquivos. Escolha a primeira opção e depois clique em "Explorar", e escolha a pasta onde você perdeu os seus arquivos. Caso tenha sido no pendrive, HD externo ou cartão de memória, você pode selecionar o caminho dele por essa primeira opção mesmo (nos meus testes selecionei o meu pendrive através dessa opção).


6º - Escolha onde você quer que seus arquivos recuperados sejam salvos. No meu caso eu escolhi que os arquivos fossem salvos no próprio pendrive onde perdi os arquivos, mas você pode escolher outra pasta do seu computador. Depois que escolher clique em OK.


7º - Marque a caixa "Permitir Scan Profundo" para que você tenha mais chances de conseguir recuperar os seus arquivos e depois clique em "Iniciar".


8º - Depois disso o escaneamento começará e é só você esperar. Dependendo da quantidade de arquivos que você perdeu e do espaço da pasta ou pendrive que você selecionou, pode demorar um pouco. Comigo demorou cerca de meia hora.


9º - Depois que o escaneamento terminar você poderá ver na coluna da esquerda todos os arquivos que foram recuperados separados de acordo com o tipo e o formato. Clique em "Recuperar" no canto inferior direito para que ele salve esses arquivos no local que você escolheu no passo 6.


10º - A recuperação vai começar. Quando ela terminar você poderá ver os seus arquivos no local onde salvou.


Observação: talvez você não consiga recuperar todos os arquivos. Nos meus testes, a maioria dos documentos Word que eu tinha consegui recuperar perfeitamente, mas alguns foram recuperados apenas no nome, e quando eu abria ficavam aparecendo alguns caracteres estranhos. Outros davam erros ao abrir. Nesse caso não há o que fazer, o seu arquivo foi totalmente perdido.

Espero que esse tutorial tenha sido útil para você. Se gostou, deixe um comentário abaixo e compartilhe nas suas redes sociais!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Como Criar Grupo de Discussão no Yahoo

O Yahoo Grupos é uma das maiores ferramentas para criação de grupos de debates da web, que alcançou seu ápice a partir do ano 2000. Muitos usuários do Yahoo Mail criavam grupos variados para iniciar tópicos, que serviram de referência para muitas comunidades existentes. Neste artigo, mostrarei como criar uma lista de discussão no Yahoo Grupos, e também focarei na sua utilização.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Como ativar os 280 caracteres no Twitter agora mesmo



Recentemente o Twitter anunciou que em breve terá um novo limite de caracteres, passando de 140 para 280. Esse limite já está em testes com um pequeno grupo de usuários, e em breve será liberado para todos, mas se você quiser ter os 280 caracteres agora, é possível, através de um procedimento simples. Para isso basta seguir os passos abaixo:

1º - Acesse o TweetDeck. Ele é um cliente de Twitter, que permite que você gerencie múltiplas contas de Twitter. O que você tem que fazer é apenas fazer o login e autorizar o acesso, caso essa seja a primeira vez que você usa ele.

https://tweetdeck.twitter.com/


2º - Clique com o botão direito do mouse e depois em "Inspecionar".


3º - Será aberta uma nova janela que dividirá a tela. Clique na aba "Sources".


4º - Clique em "New snippet".



5º - Dê um nome ao snippet. Você pode deixar o nome padrão que já aparece automaticamente.


6º - Do lado direito aparecerá um quadrado branco. Clique nele e cole o seguinte código:

TD.services.TwitterClient.prototype.makeTwitterCall=function(b,e,f,g,c,d,h){c=c||function(){};d=d||function(){};b=this.request(b,{method:f,params:Object.assign(e,{weighted_character_count:!0}),processor:g,feedType:h});return b.addCallbacks(function(a){c(a.data)},function(a){d(a.req,"",a.msg,a.req.errors)}),b}; twttrTxt=Object.assign({},twttr.txt,{isInvalidTweet:function(){return!1},getTweetLength:function(){return twttr.txt.getTweetLength.apply(this,arguments)-140}});


7º - Depois dê um Ctrl + Enter, e pronto, depois disso os 280 caracteres já estarão ativados. Agora basta fechar a janela do Inspecionar.


Agora é só começar a postar com os 280 caracteres (faça bom uso deles)!

Observação: você terá que fazer esse procedimento todas as vezes que acessar o TweetDeck. Da próxima vez, o snippet que você criou já estará lá, mas o código não. Então é só você clicar nele e adicionar o código novamente, como mostra o 6º passo.

Esse é um recurso que gerou comentários opostos. Enquanto uns gostaram, outros não gostaram porque poderão começar a aparecer textões no Twitter. Pessoalmente eu achei que essa mudança descaracteriza o Twitter porque tira a sua principal característica, que forma a sua identidade, que é o limite dos 140 caracteres. Mas achei a mudança muito boa, porque agora com 280 caracteres eu consigo me expressar melhor e com mais liberdade do que quando tinha 140. Aqui estão exemplos de tweets meus com 280 caracteres:



E você, o que achou dessa mudança no Twitter? Deixe sua opinião nos comentários, e se você gostou desse tutorial compartilhe com seus amigos nas redes sociais!

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Melhores aplicativos de relacionamentos que existem atualmente



A verdade é que nos dias de hoje o número de aplicativos de relacionamento que existem é imenso, até porque este é um dos mercados que mais dá dinheiro às empresas.

Mas na realidade nem todos são bons, quer seja porque têm uma interface má, sejam demasiado caros, poucos utilizadores, etc… As razões poderão ser muitas.

E é por esse motivo que agora vamos fazer uma seleção para si dos melhores para que assim já possa dizer aquela cantada engraçada e tentar conquistar a outra pessoa.

Pronto para ver quais escolhemos? Vejamos então quais são…

Tinder



Este já é um dos clássicos e mesmo por isso está aqui.

Não é tanto pelas suas funcionalidades já que é bastante simples, mas sim pela sua imensa base de utilizadores, aumentando assim a chance de encontrar alguém do seu agrado.

O sistema baseia-se em você escolher se gosta ou não da pessoa que aparece no seu ecrã, a qual estará nas suas proximidades e caso apareça a ambos e os dois escolham o “Gosto”, o sistema manda uma notificação e permite que comecem a conversar num bate-papo.

Anomo



Já muito diferente da primeira escolha, você aqui fica “anónimo” não mostrando uma foto sua, mas sim um avatar.

Esta é uma tentativa que conectar as pessoas de forma mais intima e não apenas logo pela aparência estando tudo á distancia de um “Gosto ou não gosto”.

Assim já pode tentar encontrar quais são as pessoas mais compatíveis consigo e tentar obter algum tipo de relacionamento com a mesma.

Uma boa dica é ir colocando umas citações tipo frases para Instagram ou que costuma usar no WhatsApp nos seus flertes.

Scruff



O Scruff é uma das opções disponíveis para os homens homossexuais encontrarem alguém através de um destes aplicativos.

Ele possui uma série de funções muito boas, as quais servem não só para filtragem dos seus utilizadores como também para manter alguma discrição dentro da própria plataforma.

Dattch



Mesmo conceito que o Scruff mas para mulheres homossexuais. Aqui é exigido que o cadastro seja feito pelo seu Facebook para que se confirme o seu género.

É recomendado pelo aplicativo e encorajado que você partilhe fotos, deixando-as públicas e também as mais diversas coisas sobre si para que outros utilizadores a possam conhecer e depois decidir se conectar consigo.

O sistema de conversa funciona mais ou menos como no Tinder, em que cada uma terá que curtir a foto da outra pessoa para a conversação ficar disponível.

sábado, 8 de abril de 2017

Como baixar mais rápido e esperar menos

Tenho a certeza que se você abriu este artigo é porque a sua Internet está sempre travando e é superlenta não é mesmo?

Ninguém gosta de estar a fazer um download de um vídeo, música ou jogo e depois ter por baixo da barra de progresso algo a dizer:

“1% - Em progresso – Tempo estimado 4 dias…”

Talvez seja um exagero em cima, mas você entende muito bem a frustração que pode ser ter de sobreviver com uma Internet lenta, algo que até é bastante comum no Brasil.

E é por esse motivo que aqui vamos lhe mostrar como ter os seus downloads mais rápidos e assim diminuir o tempo de espera e frustração.
Pronto? Vamos lá então.

Teste a Velocidade da Sua Internet

A primeira coisa que você deve fazer é saber se a sua operadora não está a enganá-lo e a não lhe dar nem perto do serviço que você contratou.

A única coisa pior que ter uma Internet lenta é estar a paga-la ao preço de uma Internet excelente.
Você pode fazer um teste de velocidade de Internet e ver a velocidade de download atual.

Se tiver menos de 40% do contratado você pode mudar de operadora e cancelar o seu contrato com a operadora atual mesmo que tenha fidelização, regras da ANATEL.

Basta entrar em contato com a sua operadora e se eles não lhe solucionarem o problema, então é ligar para ANATEL e abrir uma reclamação.


Feche Todas as Aplicações e Programas com Acesso á Internet

Muitas vezes nós temos programas ou aplicações no nosso celular que estão constantemente a consumir Internet, mesmo em segundo plano.

Certifique-se que fecha todos os programas e aplicações que não necessita no momento e assim ao cortar esse consumo a sua Internet irá ficar um pouco menos lenta.

Coisas como sincronização com email, redes sociais, armazenamento Cloud, etc… são dos programas e aplicações mais frequentes com este tipo de consumo.

Prefira Torrents Sempre

A verdade é que baixar ficheiros pelo Torrent é quase sempre a melhor solução para obter o máximo de velocidade da sua Internet.

Provavelmente você já notou isso também.

Isto porque são utilizados outros protocolos de transferência de dados bem mais eficientes e mesmo o processo de transferência torna tudo mais rápida.

Uma dica que dou é que você vá atualizando a lista de rastreadores mais comuns, aumentando assim a possibilidade de ter alguém a “semear” os seus ficheiros e aumentar a velocidade do seu download.
Para consultar uma lista de rastreadores torrente atualizada, clique no link anterior.


Ligue-se por Cabo em Vez de WIFI

Se tiver a chance de estar conectado por cabo em vez de WIFI para acessar a sua Internet, então faça-o.

O sinal WIFI irá sempre perder velocidade, podendo até ser 50% mais lento que por cabo e isto mesmo estando a poucos metros do seu Router/modem.

Tenha o Modem Num Lugar Central e Desimpedido

Não esconda o seu modem num canto de uma sala, longe de todas as portas, janelas, quase enfiado num buraco.

Não só ele irá ter mais dificuldade a transmitir o seu WIFI visto estar bastante impedido como no caso do 3G ou 4G, irá também dificultar a receção do próprio sinal.

Posição central, perto de uma janela e o mais alto possível. Desta forma as chances de ter um sinal melhor aumentam bastante.



E então, já sabia de todas estas dicas de como deixar os seus downloads e Internet mais rápidos?


Deixe a resposta a esta pergunta nos comentários junto com alguma dúvida ou sugestão que tenha surgido após a leitura do artigo.

segunda-feira, 13 de março de 2017

A falta de interação real nas redes sociais

Redes sociais
Acabei de ler um artigo/entrevista que o Exame fez com Orkut Büyükkökten, o criador da rede social Orkut. Lá ele fala que hoje em dia usar o Facebook e outras redes sociais se tornou uma experiência solitária.

Quando li essa declaração e parei para pensar percebi que ele estava certo. Isso é verdade. No Facebook e no Instagram, tudo é centrado em postagens do feed. O máximo que as pessoas fazem é curtir e comentar, mas não existe uma interação real. As pessoas estão mais preocupadas em postar fotos, se mostrar felizes, falar sobre suas vidas e ver memes para rir. É algo individualizado, que não estimula a interação. As pessoas olham o seu feed de notícias para ver como está a vida dos seus amigos e para sentir inveja ao verem como eles estão “felizes” numa festa ou numa viagem e você não. Para mostrar o seu novo emprego, as suas amizades, suas declarações de amor aos seus namorados e cônjuges em seus relacionamentos perfeitos. As redes sociais servem como um culto à imagem, culto ao corpo e à beleza, adoração à si mesmo. As pessoas tiram selfies a cada instante, em todo o momento e em todos os lugares, para se sentirem bonitas, poderosas, e para se verem e serem vistas.

Mas na época do Orkut era diferente. Existiam os recados, que todo mundo enviava para os seus amigos, ao invés de postagens no feed de notícias. Enquanto no Facebook você escreve no seu feed e ninguém se importa com nada, no Orkut os recados eram mais pessoais (mesmo que você enviasse uma imagem com glitter – a moda da época – para todos os seus amigos). Era mais interativo, você realmente sentia que estava se comunicando com outras pessoas. Depois o Orkut tentou copiar o Facebook nesse conceito do feed, mas não funcionou muito bem. Eu mesmo, antes de ter ido para o Facebook não tinha entendido a proposta do “novo Orkut”.

O Twitter é uma mistura. Se a pessoa é famosa, o Twitter é só mais uma vitrine para ela, ou só um redirecionador para o Facebook e Instagram, onde é muito mais legal se mostrar. Mas se você é uma pessoa comum e gosta de falar sobre um assunto específico, poderá achar pessoas com gostos parecidos com os seus e interagir com elas. Durante anos eu só postava coisas de tecnologia no Twitter e não conseguia uma interação legal com ninguém. Tinha poucos seguidores, o máximo que consegui foi 17, e fiquei estagnado assim durante muito tempo. Quando voltei a ler sobre televisão e comecei a comentar sobre isso lá, e a seguir pessoas que também comentavam sobre isso é que ficou legal. Demorou, mas aos poucos meu número de seguidores foi aumentando, e hoje eu posso tweetar algo e receber uma curtida ou ver uma pessoa me respondendo (coisa que raramente acontecia antes). Muita gente usa o Twitter para comentar televisão, mas esse não é o único tema que você pode comentar lá. Já vi usuários que comentam futebol, outros política, outros música. É só você achar um tema que goste e seguir pessoas que também goste de falar sobre aquilo e interagir com elas (a inciativa tem que partir de você para que elas saibam que você existe). Agora se você usa o Twitter para reclamar da vida, não terá atenção nenhuma. Acho que no começo o Twitter ganhou muitos usuários desse tipo. Lembro que quando eu estava no Ensino Médio muita gente tinha Twitter, e eles usavam para fazer posts de besteiras, para falar coisas da vida ou do dia a dia, que é o tipo de coisa que se faz hoje em dia no Facebook. Ainda antes de acabar o Ensino Médio, muitos deles já nem o usavam mais (até porque foi a época que o Facebook inundou o Brasil e estava começando a se tornar a principal rede social).

No Google+ ainda existe alguma interação, mas somente dentro de comunidades (e olhe lá, porque tem muitas comunidades, que apesar de grandes, são muito paradas. Só tem posts, mas não comentários, e muitas delas com muito spam). As comunidades surgiram no Google+ para tentar chamar a atenção do público órfão do Orkut que gostava das comunidades de lá (apesar que as comunidades das duas são bem diferentes. No Google+ está mais para os grupos do Facebook). Mas, mesmo assim, a interação nas postagens em si, aquelas feitas por pessoas para seus seguidores, não acontecem mais. Quando surgiu o Google+ eu tinha gostado muito, e todos os dias abria e via o que tinha stream. As pessoas mais populares em tecnologia estavam presentes, sempre postavam e sempre tinham vários e vários comentários em suas postagens. Hoje muitas delas deixaram de usar, outras aparecem só de vez em quando, e mesmo assim as suas postagens já não atingem mais aquela quantidade de comentários que tinha antigamente. Antes era bom porque tinha essa interação, mas hoje não tem mais. Eu mesmo não abro mais o Google+ para ver as postagens do stream. Posto alguns links lá, até com certa frequência, mas porque acho que lá é o local mais adequado para compartilhar um artigo sobre algo de tecnologia e fazer comentários sobre isso. No Facebook ninguém liga para isso (não tenho o perfil de postagens comuns do Facebook, mas tento não parecer tão chato assim), e no Twitter nem sempre dá para fazer um comentário maior sobre esse tema. Mas gostar mesmo eu não gosto mais. Google+ já foi muito bom um dia, já foi a minha rede social favorita, mas hoje não mais (hoje gosto bem mais do Twitter por causa da interação que tenho lá). Antigamente eu queria ser popular no Google+ e ter muitos seguires. Hoje consegui, não com o meu perfil (no Google+ de hoje ninguém mais liga para perfil, e sim só para Comunidades e Coleções) e sim com uma coleção de tecnologia. Consegui milhares de seguires, que hoje estão em quase 14.000, e recebo muitos “+1”, mas poucos comentários, pouca interação de verdade. Eu sempre posto minha opinião junto ao link que estou compartilhando, mas ninguém vem me falar se concorda ou discorda. E detalhe é que esses comentários que recebo, na maioria das vezes são spam, pessoas comentando coisas que tem nada a ver com a postagem, ou dizendo “oi”, ou só um monte de letras juntas como “hafuhdu”. Isso é tão desanimador que vou excluir essa coleção e voltar a publicar apenas no meu perfil, mesmo com menos seguidores.

Nesse artigo do Exame Orkut ainda fala que foi pensando nessa falta de interação real das redes sociais, que ele criou a sua nova rede social (que quase ninguém conhece), o Hello (onde agora também existem as comunidades). Enquanto lia o artigo, me lembrava do Orkut e me bateu aquele saudosismo. Aquela foi uma época boa. Eu gostava tanto do Orkut como nunca gostei do Facebook (apesar de hoje eu estar bem mais aberto a usá-lo do que há alguns anos atrás). Então fui acessar o orkut.com para ver no que dava. Pensei que talvez ele redirecionasse para o Google, mas não. Lá tem uma mensagem do Orkut, onde ele fala da antiga rede social, um pouco da sua vida, e da sua visão de como uma rede social deve ser. No final ele apresenta o Hello e convida as pessoas a usarem. O favicon que aparece é o do Google, mostrando que o domínio ainda pertence ao Google. Me surpreende que lhe deixaram usar para ter esse texto publicado e para fazer propaganda da sua nova rede social.

O Hello já está aí faz um tempo mas ainda não conseguiu se tornar popular. Vou até tirar um tempo para testá-lo esses dias (não o fiz ainda porque assim que lançou ouvi muitas críticas à instabilidade do aplicativo). Se ele está conseguindo ou não fazer os seus usuários interagirem de verdade entre si eu não sei, mas mesmo se estiver conseguindo, esse não deve ser um tipo de rede social que deverá fazer muito sucesso, porque parece que as pessoas de hoje em dia não gostam de compartilhar mais nada. É cada um por si. Também têm preguiça de se informar e pensar, e simplesmente saem publicando críticas a tudo e a todos, sem nem ter tanta informação (geralmente só têm uma versão dela ou só uma parte dela) – e ainda se acham críticas e inteligentes. Hoje em dia as pessoas só querem se mostrar e se sentir bem consigo mesmas, com suas vaidades e seus egos. É tudo o que elas querem, é tudo o que elas precisam. E isso é tudo o que as redes sociais proporcionam.

 

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