sábado, 26 de abril de 2014

Resenha: A Menina que Roubava Livros (filme)

A Menina Que Roubava LivrosTítulo Original: The Book Thief

Título Nacional: A Menina que Roubava Livros

Direção: Brian Percival

Gênero: Drama

Duração: 2h11min

Distribuidora: Fox

Estreia: 31 de janeiro de 2014







A Menina Que Roubava Livros é um filme baseado no livro do mesmo nome escrito por Markus Zusak, que fez grande sucesso.

O filme é bem contado, tem ótimos cenários e uma belíssima fotografia. As atuações também são ótimas.

Para quem não leu o livro, o filme pode parecer chato, sem graça e devagar demais. Por isso eu recomendo que antes de você assistir ao filme, leia o livro primeiro, para que entenda a história e também possa entender todas as cenas do filme.

O filme é muito fiel ao livro, na maior parte das cenas, falas e abordagens. É claro que não tem como ser totalmente igual, até porque estamos falando da adaptação de um livro para um filme e tem coisas no livro que não ficaria tão legal no filme. Por isso também vemos muitas histórias do livro que não aparecem no filme, como os pesadelos de Liesel, os constantes roubos na biblioteca da casa do prefeito e outras travessuras com Rudy. São coisas que não modificam a história e só deixariam o filme ainda mais longo e também mais chato, cansativo e repetitivo. Por isso gostei muito do filme do jeito que ele foi apresentado. Foi uma adaptação muito bem feita.

Apesar de ser uma boa adaptação, achei alguns pontos negativos no filme: tive a impressão que no final faltou um pouco mais drama, um pouco mais de desespero, e mais choro de Liesel, pois a situação ali era de extrema calamidade. Outra coisa é que no “desfile” dos judeus, eles aparecem com roupas normais. Deveriam estar na verdade com o uniforme listrado, que era a roupa que eles usavam na época.

Mas esses pontos negativos não atrapalharam o filme como o todo. É um bom filme, foi muito bem feito. Já falei acima, mas vou repetir: gostei bastante da atuação, dos cenários e da fotografia do filme. A história então, nem se fala. Se manteve fiel ao livro na maioria das vezes e mostrou apenas o que realmente era necessário para a história.

Gostei também pelo filme acrescentar coisas que não tinham no livro: no final do filme o narrador (a Morte) falou que Liesel morreu com 90 anos. Além disso, foi mostrada nas cenas uma casa muito bonita, que era a de Liesel, mostrando que ela tinha melhorado de vida depois. Se você observar bem, verá muitos livros espalhados pelas estantes e móveis da casa. Em uma rápida aproximação que a câmera faz nesses livros dá para ver que eles foram escrito pela própria Liesel e também verá premiações (sugerindo que ela virou escritora renomada no seu futuro). Achei isso legal porque deu um sentido na finalização do filme, que nos mostra como foi a vida de Liesel anos após toda a história contada.

Nota:

Resenha: Capitão América: O Primeiro Vingador

Capitão América - O Primeiro VingadorTítulo Original: Captain America: The First Avenger

Título Nacional: Capitão América: O Primeiro Vingador

Direção: Joe Johnston

Gênero: Ficção, Aventura e Ficção Científica

Duração: 2h04min

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia:  29 de julho de 2011





Frase de destaque: Não se ganha a guerra com gentileza. Se ganha a guerra com coragem.
Em Capitão América: O Primeiro Vingador é contada a história de Steve Rogers, um homem magro e baixo que sonha em servir o seu país numa batalha. Por causa de suas características físicas ele nunca consegue passar na seleção, até que um cientista o chama para servir e depois passar por uma experiência científica onde ele poderá ficar mais alto e mais forte. Ele aceita e com muito esforço começa a se destacar dentre os demais soldados. Depois da experiência ele começa a fazer espetáculos e filmes como o personagem “Capitão América”, mas não entrava em batalha. Desobedecendo a ordem do seu superior, ele vai para o campo de batalha para salvar os soldados que estão presos na H.I.D.R.A. A partir daí o Capitão América ganha o respeito e a aprovação de todos e passa a ser importante em todas as batalhas.

O início do filme mostra uma busca no meio do gelo, onde é achada o escudo do Capitão. Depois é que a história é contada do começo, propriamente dizendo. Isso porque essa busca que aparece no início do filme, na verdade faz parte do final.

Só fica um pouco improvável acreditar de que tudo o que o Capitão América faz seja real. Estou dizendo isso porque ele não é propriamente um herói, que voa, tem poderes, etc. O que ele tem é sua força, agilidade e habilidade maior do que o de uma pessoa comum. Mas, mesmo assim continua sendo um humano, vulnerável a qualquer coisa (pelo menos teoricamente). Por isso também é fora do comum – e poderia até dizer assustador – ver o final do filme, onde Rogers descobre que dormiu durante 70 anos (!), desde que caiu no gelo com a nave do Caveira Vermelha. E ainda conseguiu ficar com a mesma aparência e força de antes.

O interessante do filme é que ele nos traz uma mensagem: nunca desistir dos seus sonhos. Nunca desistir dos nossos objetivos. Rogers queria servir ao seu país e mesmo sendo eliminado em  cinco exames, ele ainda continuou persistindo e tendo a esperança de que um dia conseguiria chegar lá. E conseguiu.

No geral o filme não apresenta nada de interessante e extraordinário. A história é bem contada e tem com ótimos atores. As cenas de ação são boas, mas nada demais, são apenas brigas e lutas braçais e de armas. Se comparado a outros heróis, como o Homem Aranha, ele chega a ser sem graça em alguns momentos. Mas mesmo assim é um filme recomendado, principalmente para quem ainda vai assistir Os Vingadores.

Leia também a minha resenha do segundo filme de Capitão América:



Nota:

sábado, 19 de abril de 2014

Resenha: A Menina que Roubava Livros (livro)

A Menina que Roubava LivrosTítulo Original: The Book Thief

Título Nacional: A Menina que Roubava Livros

Autor: Markus Zusak

Editora: Intríseca

Número de páginas: 480

Ano: 2005









A Menina que Roubava Livros vem com uma narração diferente, que é feita pela Morte. No começo achei estranho e assustador um livro ser narrado pela Morte, mas logo entendi o motivo pela qual Markus Zusak escolheu essa personagem nada comum para narrar a história de Liesel: a história se passa na Alemanha nazista, na época da Segunda Guerra Mundial, onde houve muitas mortes. Outro ponto que diferencia a narrativa deste livro das demais são as notas explicativas e descritivas presentes no livro inteiro. Por serem características que não estão presentes em outros livros, achei estranho no começo, mas logo me acostumei e passei até a gostar do estilo do autor em A Menina que Roubava Livros.

Gostei de A Menina que Roubava Livros justamente por causa da forma tão diferente e interessante que a história é narrada. Ela é cativante, lhe faz sempre estar com vontade de ler mais.

Lendo o livro vamos percebendo uma mudança de história, uma narrativa da vida de Liesel com seus pais adotivos e podemos até perguntar: “mas onde é que o autor quer chegar com isso?”. O autor sai descrevendo a vida da personagem principal em vários momentos e cenas, mas como será o fim dessa história, o que acontecerá? Foi pensando nisso que consegui obter a resposta.

Liesel tinha tudo para ser uma pessoa triste, depressiva, de mal com a vida. O seu pai era comunista e foi preso, o seu irmão morreu na viagem de trem, e sua mãe não tinha condições de sustenta-la sozinha e por isso deu ela para outro casal. A sua nova mãe é agressiva verbalmente e fisicamente. Liesel é sempre chamada de alguma coisa ruim por sua mãe adotiva, além das tapas que leva dela. Sem contar que neste momento a liberdade de expressão não existe na Alemanha, por causa do governo ditatorial de Hitler e, além disso, a Alemanha estava em guerra. O que quer dizer, a situação interna de Liesel não estava boa e o ambiente em que ela se encontrava também não era favorável. Ou seja, o que essa menina tem a comemorar? O que tinha de bom para fazê-la sorrir, ficar feliz, se sentir alegre? Ler livros. Ela queria aprender a ler e escrever e foi com ajuda de seu pai adotivo que ela foi vencendo cada obstáculo e conseguindo realizar o seu desejo de ler, e ler muitos livros. Essa virou a sua paixão.

A vida de Liesel, contada em A Menina que Roubava Livros, nos dá uma grande lição: de que apesar de todas as aflições da vida, ainda podemos ser felizes, ou pelo menos podemos ter uma alegria passageira. Podemos sonhar, e se corremos atrás desse sonho, nos esforçarmos e dar o nosso melhor, podemos realiza-lo, basta querer.

Nota:

domingo, 13 de abril de 2014

Artista recria rosto de Jackie Chan com milhares de hashis

O ator Jackie Chan, que completou 60 anos na segunda-feira passada (07/04/2014), ganhou uma homenagem de Hong Yi, uma artista malaia, que reproduziu o seu rosto com milhares de hashis de bambu, que são as varetas que servem de talheres para os orientais. Foram usados um total de 64 mil hashis para a obra.

Hong Yi, mais conhecida como Red, disse que escolheu o hashi porque ele usado como arma das lutas de Jackie Chan em alguns de seus filmes. Segundo a artista, a instalação é “um tributo a vida, obra e significância cultural de Jackie Chan”.

Ao lado do painel do rosto de Jackie Chan, Hong Yi escreveu a palavra “dragão”, que é o significado do nome do ator em chinês.

Red, demorou um mês para concluir o painel e o apresentou num show beneficente em Pequim, na última segunda-feira (7). Hong Yi também é conhecida como a artista que “ama pintar, mas não com um pincel”.

Veja abaixo as fotos de como ficou o resultado da obra:

Rosto de Jackie Chan feito com hashis
Rosto de Jackie Chan feito com hashis 2
No vídeo abaixo você confere como foi a produção da obra:

Muito legal não é mesmo? Muito bem feito!

E você, o que achou?

sábado, 12 de abril de 2014

Resenha: O Espetacular Homem-Aranha

O Espetacular Homem-AranhaTítulo Original: The Amazing Spider-Man

Título Nacional: O Espetacular Homem-Aranha

Direção: Marc Webb

Gênero: Ação, aventura e ficção

Duração: 2h17min

Distribuidora: Sony Pictures

Estreia:  06 de julho de 2012







Frase de destaque: Se alguém precisa de ajuda e você pode ajudar, tem a obrigação de fazer isso.

Assim que O Espetacular Homem-Aranha foi lançado eu me perguntei: “qual é a necessidade de começar a contar a história do Homem Aranha de novo se já existem três filmes atuais que fazem isso?”. Depois de ter assistido ao filme obtive a resposta. O motivo para fazerem um novo um filme sobre o Homem Aranha é fazer dele um filme tão espetacular quanto o herói. É mostra um recomeço, é mostrar que é possível fazer o melhor e não se distanciar dos quadrinhos, que são as histórias originais.

Ao assistirmos o Espetacular Homem-Aranha logo percebemos diversas diferenças e melhorias em relação à trilogia antecessora do herói. A antiga trilogia era fraca em tudo. Fraca na história, fracas nas lutas, nos efeitos especiais e principalmente na atuação de Tobey Maguir que protagonizou Peter Paker. Sem contar que os antigos filmes fogem muito dos quadrinhos, coisa que é importante para muita gente que é fã do Homem Aranha. É como você ler um livro que é conhecido e vendido mundialmente e que vira filme, mas que modificaram tanta coisa na história do filme que ele termina tendo nada a ver com a magia da história original do livro.

Nos antigos filmes, o Homem Aranha tinha sua teia diretamente saindo do braço. Ele namora logo com Mary Jane, pulando o namoro com Gwen Stace. Ele dá pouca importância à morte do tio de Peter e aos testes laboratoriais. No O Espetacular Homem-Aranha tudo isso muda e fica mais baseado na história original: a teia sai de um lançador de teia, construído pelo próprio Peter Paker, ele namora primeiro com Gwen Stacy, e é dada muita ênfase à sua vida pessoal, à sua história, à história do seu pai e à morte do seu tio. Também mostra que Peter não vira o Homem Aranha simplesmente por acaso depois da picada de uma aranha no meio da rua, como foi no filme do Homem-Aranha. Em o Espetacular Homem-Aranha toda a história tem sentido, e mostra que tudo aconteceu num laboratório com aranhas modificadas geneticamente. E não se trata apenas da história ser baseada nos quadrinhos e sim da forma como a história é contada como um todo. O Espetacular Homem-Aranha conta toda a história de forma incrível, bem feita e totalmente com sentido.

Também não vamos nos esquecer das outras partes do filme que também foram excelentes, como os efeitos especiais e as cenas de ação, que ficaram muito boas. Outra coisa de destaque do filme são as atuações. Todos são ótimos atores e Andrew Garfield faz muito bem o papel de Peter Paker (que neste filme teve uma pequena modificação na sua personalidade, se comparado à trilogia anterior), nem se comparando com as atuações dos filmes anteriores.

O Espetacular Homem-Aranha é o melhor filme de super herói que já foi lançado nos últimos anos. Ele consegue ser o melhor em todos os aspectos e se dividir bem quanto à história e ação, já que existem filmes que só se concentram em ação e outros só em história, ou ainda aqueles que tentam se concentrar nos dois, mas termina ficando “raso” nas duas partes. Em O Espetacular Homem-Aranha tanto a história do herói e da pessoa por trás da máscara, quanto as cenas de ação são divididas e feitas de forma pra ninguém botar defeito.

Leia também:




Nota:

domingo, 6 de abril de 2014

Ocultando o 'Visto por último' do WhatsApp no Android sem programas


Muitos usuários do sistema operacional móvel Android vêm buscando uma forma de ocultar o 'visto por último' do WhatsApp, ferramenta existente no aplicativo do iOS desde sempre. Recentemente, o WhatsApp disponibilizou essa configuração e mais outras na atualização 2.11.186 do aplicativo. É super simples mudar essa configuração, vamos lá?!

1 - Aperte no Botão Menu e clique em Configurações.


2 - Clique em Informações da conta.


3 - Clique em Privacidade. Você encontrará a opção de quem pode ver a sua última visualização - Visto por último -, assim como a da Foto de perfil e o seu status. Em cada um irá ter 3 opções de visualização: a visualização para todos verem as opções acima, para apenas os seus contatos salvos visualizarem e para ninguém ver.


4 - Clicando no Visto por último, você pode alterar entre as 3 opções. A escolha é sua.



Espero ter ajudado neste simples tutorial sobre o WhatsApp. :)

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sábado, 5 de abril de 2014

Como transferir feed do FeedBurner de conta?

Se você está trocando de conta do Google é importante levar tudo o que você tinha na outra conta para a atual (desde que você precise dela, é claro). Aqui vou ensinar como fazer para transferir o seu feed do FeedBurner de uma conta do Google para outra.

1º – Acesse a sua conta antiga do FeedBurner.

2º – Escolha o feed desejado, clicando em seu nome.

3º – Na página que se abrir, clique em “Transfer Feed…”, abaixo do nome do feed.

Clique em Transfer Feed

4º – Aparecerá um quadrado com algumas explicações (em inglês) e um campo para você colocar o e-mail da conta que você quer que o feed seja transferido.

Coloque o e-mail para transferir feed

Depois clique em “Send Transfer Acceptance Request”.

Depois pronto, o seu feed será transferido de conta Google. O processo inteiro pode demorar até 72h (3 dias). Depois de transferido o seu feed ficará apenas na nova conta e sairá da conta antiga.

 

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